





























Ab do Lemos






























CHURRASCO
Caros Avisvenses & Friends,
Está a chegar mais uma época de Verão, e este ano o calor veio em força (ALELUIA MEU IRMÃO), e como já tem vindo a ser tradição, e porque é uma excelente forma de estarmos com todos os amigos que ou estão fora do país, ou que, por motivos profissionais não estamos muitas vezes todos juntos, proponho que se volte a realizar uma vez mais o tradicional churrasco Aviz (local a definir – tenham lá calma). Temos que chegar a acordo para uma data, mas desde que exista a disponibilidade e vontade de todos, isto vai ser “piece of cake”.
Mas não quero cá comidas encomendadas. Não brinquem comigo. Fazemos nós e todos ajudam. Se for bem organizado (como vai ser), os malandros (há sempre alguns artistas) também vão trabalhar. Isso GARANTO-VOS…
E proponho ainda que cada um tenha que levar um pack de cervejas de marca internacional. Vamos elaborar uma lista de cervejas a levar para o churrasco (de forma a que umas não se distingam muito umas das outras ao nível do preço), e fazemos a prova durante o “meeting”.

Vamos lá ver se o pessoal não complica este ano…
Fico a aguardar os vossos comment’s.
TJ
EDA
Como preparar um bom churrasco
Para se fazer um bom churrasco é necessário apenas uma carne de qualidade, tempero do gosto e um fogo ou braseiro forte o suficiente para assar a carne, não existindo uma fórmula pronta para todos os paladares.
Procedimentos de um bom churrasco
Assar a carne
Significa expô-la rápida e directamente a uma fonte de calor. A proteína da carne, a mioglobina, como auto-protecção, coagula-se rapidamente formando uma camada impermeável que bloqueia a saída do sumo.
A carne se contrai e fica levemente crestada. As gorduras são destiladas e pingam sobre as brasas. Após o assado é virado repetindo-se o processo.
O tempo de exposição depende do calor da churrasqueira, do tipo da carne e da espessura do corte, da qualidade do carvão ou lenha e do ponto desejado.
Temperar a carne
O tempero da carne poderá ser feito antes ou após o preparo, neste caso com molhos especiais.
Um método tradicional no sul é usar o sal grosso, que era o único tipo disponível na época da colonização. A vantagem de seu uso é que por mais que se exagere na quantidade, a carne jamais ficará excessivamente salgada, e o contacto mais prolongado com o calor forma uma camada protectora que impede que o assado queime.
Depois de pronta o excesso de sal deve ser retirado, batendo-se com um instrumento contundente, como a lateral de uma faca grande.
O sal fino costuma deixar a carne mais hidratada. Para usá-lo, o ideal é colocar a carne no espeto ou na grelha sem salgar, esperar a mesma se firmar, dourando um pouco os dois lados, retirar a carne, passar sal fino e continuar a assar. É necessário muito cuidado, pois este tempero penetra na carne com mais facilidade, tornando-a excessivamente salgada.
Poderá ser feito tempero em casa, a base de ervas, alho, cebola, limão e o que mais a criatividade inventar.
Fonte: Wikipédia
Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...
Aeroporto de Lisboa, 15h30m
Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e uma cagada não aliviasse.Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade, de onde partiria o voo para Estocolomo, resolvi segurar as pontas, "afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar uma mija tranquilo".
O avião só sairia as 16h30m. Entrando no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e,subtilmente, disse-lhe:
"Fogo, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar a farinheira." Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante:
"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora".
Aí o cagalhão ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho, não numa igual à dos sanitários públicos,mas uma com uma sanita, tão branca e tão limpa que alguém poderia pôr o seu almoço nela. E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops!
Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra: daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso.Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muito sério:
"Olha, caguei- me."
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, escala que o autocarro faria pelo meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo.
"Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que como estou não fico".
Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés.
Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar... afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira.
Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos,supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:
"Agora chega, Pá?!"
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para esperarem por nós. Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas.
Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico. A temperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus. Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. As minhas cuecas, mandei- as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas
meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar.
A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar.
Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.
A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:
"Nada, obrigado... eu só queria mesmo era esquecer este dia de MERDA!"
