Para já aqui fica um muito mini resumo do que vimos e fizemos. Em baixo estão algumas fotos da viagem.
Em suma a viagem foi MAGIC!!!












WOT DA F**K!!!! Tem piada que o gajo estava a agarrar uma cobra antes. Mas nada fazia esperar que tivesse esta reacção. É só malucos no mundo do jornalismo... até já fizeram um remix disto e tudo:




Este post é parte em resposta ao vídeo que o Rui pôs ontem no youtube, parte em resultado das minhas pesquisas na net pelos ataques de tubarão no mundo - para estar bem informadinho. Este vídeo foi gravado na California - destino a evitar para quem não quiser ter encontros de último grau com estes animais - e há quem assegure que isto é absolutamente verdadeiro, que até viram uma reportagem no National Geographic sobre isto. Outros dizem que é claramente falso. Na minha opinião, é infelizmente verdadeiro até porque mal eu vi o tipo saltar para dentro de água percebi logo que se tratava de tubarões porque é bem conhecido (pelos menos, no Baywatch era sempre ali) que eles costumam andar pelos paredões. Enfim...loucos!
Em primeiro lugar, fico muito contente com toda a dinâmica que o nosso Blog adquiriu nos últimos tempos. Admito já que não foi por minha causa, tenho até sido um clandestino, mas um clandestino atento. Mas isso não interessa, porque se há alguém que mereça uma vénia por este boost Bloguístico é o Eda (a ameaça resultou, Eda apostou e ganhou). Estamos juntos Edu. Em segundo lugar, queria dizer que li atentamente tudo o que aqui foi dito sobre o CR7, ou melhor 9, além da peça do Diogo que está muito bem escrita e acima de tudo bem argumentada.
Mas, depois de ler os comentários de todos, também senti a necessidade de dizer algo, tentei ser sucinto, mas não resultou. Tinha algo mais para dizer, por isso peço desculpa, a quem me conseguir aturar até ao fim, a quem desistiu a meio e àqueles que não estiverem minimamente interessados.
Bom, devo desde já admitir que sim, sou mais um dos patetas. Aderi ao movimento “Hate”, em grande parte na brincadeira mas também a falar um pouco a sério. Não se preocupem, não me estou a tornar em nenhum Mark David Chapman, nem planeio dizimar o meu ódio de estimação às portas do Central Park. Mas quando se fala do Cristiano Ronaldo e no mesmo contexto se conjugam palavras como “orgulho”, patriotismo”, “referência” ou até “comovente” temos que ter muito cuidado, porque os rumos que daí divergem podem ser muito traiçoeiros. Acho que vivemos num país e acima de tudo, num mundo cheio de falsos ídolos, mas este cliché já não é novidade, muitos o usaram para bem ou para mal, mas isso não me impede de afirmar isto sem que me esteja a contrariar: - Sim! O CR9 tornou-se um ícone, uma marca de sucesso de contornos globais. Sim! O CR9 é um jogador incrível, dos melhores de agora e de sempre. Sim! 93 Milhões de Euros é muito dinheiro, e sim, é um investimento garantido.
Mas razões como estas, a brincar ou não, não sustentam argumentações que sendo o CR9 um alvo fácil de satirizar, devemos desde logo assumir como tabu que qualquer critica feita, tem com ela alojada um pouco de cobiça e inveja. Eu se invejo alguma coisa nele, invejo o facto dele ter conseguido alcançar um sonho pelo qual lutou imenso. Mais nada (Not Paris, Not Money, Not Dona Dolores, okey um bocadinho a dona Dolores, adoro vê-la a lançar os “fógos”).
A minha argumentação pode até ser um bocado tendenciosa, eu não sou fã do CR9, admiro os seus momentos de inspiração, mas não me revejo nele de forma alguma. Porém, isso não pode ser um entrave para deixar de pôr em causa o seu papel na iconografia portuguesa. E quando falo de iconografia portuguesa, falo de identidade e cultura de um país, que vai prevalecendo ao longo dos tempos e gerações. Parafraseando uma fala de um filme muito mau, “he’s like another macarena”, querendo isto dizer que neste momento ELE faz parte de uma tendência global, mas daqui a 50, 100 anos, deixará talvez de fazer parte do imaginário colectivo desta nação à beira mar plantada, e os ecos da sua memoria não passarão de registos históricos. Por outro lado, Portugal, como nação, não é pobre em figuras, que por esta ou outra razão, são reconhecidas pelo seu valor nos mais diferentes campos. Verdadeiros exemplos de tenacidade e virtuosismo, que atingiram um gravitas dificilmente alcançado pelos comuns dos mortais.
Pessoas como José Saramago, Paula Rego, Manoel de Oliveira, Siza Vieira e António Damásio, outras que faleceram num passado recente como António Champalimaud, Mário Cessariny, Luís Pacheco, Carlos Paredes e até a Amália.
O Saramago ganhou o Nobel, é lido pelo mundo fora, milhões de pessoas têm como livro preferido O ensaio sobre a cegueira; só isso enchia mil Barnabéus.
A Paula Rego é a primeira artista a estar associada à National Gallery e é uma das maiores pintoras vivas; bate recordes mundiais de vendas nas maiores leiloeiras do mundo.
O Manoel de Oliveira começou a fazer cinema em 1928, ainda o Charlot arrebatava plateias pelo mundo fora. Primeiro como actor, e mais tarde como realizador e argumentista, Oliveira, quer queiram quer não, é uma das maiores figuras de sempre da cultura portuguesa. Não me considero um defensor do senhor, mas caramba, acho que nos dias de hoje, numa era em que o processo cinematográfico já está vulgarizado globalmente, conseguimos perceber a importância que esta pessoa tem, independentemente da idade que tenha.
Siza Vieira é um dos maiores arquitectos vivos, ganhou o Pritzker award, a maior distinção da área, além de ter sido distinguido pela Rainha de Inglaterra e ter ajudado a consolidar o estatuto da faculdade de arquitectura do Porto a nível mundial.
António Damásio, médico neurologista e neurocientista, autor de livros como o Erro de Descartes e O sentimento de si, mudou a forma como nós humanos vemos e pensamos o cérebro.











"And the worst part is...I never even got a change to go to Neverland." LOL
Para que fique bem esclarecido que Israel é muito mais do que escaramucas entre Judeus e Muculmanos...